7 de mar de 2010

DONA BARATINHA EM AÇÃO

PROJETO:

DONA BARATINHA E O MUNDO:

Alfabetização x letramento construindo valores para vida

VANDERLI CASSIA SPREDEMANN



1. TEMA

DONA BARATINHA E O MUNDO:

Alfabetização x letramento construindo valores para a vida



2. PROBLEMA

 Promover a educação de qualidade desenvolvendo saberes ambientais, políticos, culturais e sociais necessários para a vida alfabetizando e letrando.



3. JUSTIFICATIVA



De acordo com as propostas construtivistas de Piaget e, mais particularmente, da psicogênese da língua escrita de Emilia Ferreiro, a alfabetização é um processo de construção de hipóteses sobre o funcionamento e as regras de geração do sistema alfabético de escrita; por isso, a estratégia necessária para o aluno se alfabetizar não é a memorização, mas a reflexão sobre a escrita. Isso quer dizer que os alunos se alfabetizam à medida que são convidados a escrever e a ler e não pela imposição de um sistema silábico a ser degustado mecanicamente. Partindo desse pressuposto, é fundamental planejar boas situações de aprendizagem por meio de atividades propicias a um contexto real de reflexão.

Para aprender a ler e a escrever é preciso pensar sobre a escrita. Para isso, algumas situações didáticas favorecem especialmente a análise e a reflexão sobre o sistema alfabética de escrito e a correspondência fonográfica. São atividades que estimulam o aluno para colocar em jogo tudo que sabe sobre a escrita para poder realizá-las.

Como o objetivo não é a memorização e sim a reflexão sobre a escrita, os conteúdos trabalhados privilegiam o uso de textos e de situações de aprendizagem significativas que partem do uso cotidiano que o aluno faz da língua, visando estimulá-lo a pensar em como escrever e como utilizar estratégias de leitura para descobrir o que está escrito. Em suma, a intenção educativa dessas atividades é oferecer situações-problema em que os alunos precisam pôr em jogo o que sabem, para aprender o que ainda não sabem na escrita e na leitura.

Se o professor desenvolve sua prática tendo por referência teórica a idéia de que o conhecimento é construído pelo aluno em situações de interação, ele precisa dispor de estratégias que ajudem a compreender o que cada um de seus alunos já sabe para poder ajustar as propostas, lançar problemas adequados às suas necessidades de aprendizagem em cada momento da escolaridade. Com efeito, as atividades propostas neste projeto acompanham justamente uma concepção de alfabetização contrária ao silabário, apoiando-se na capacidade do sujeito de refletir, inferir, estabelecer relações, processar e compreender informações, enfim, construir conhecimento.

O presente projeto parte da necessidade de apresentar aos alunos a realidade e por meio das vivencias e experimentos construir o conhecimento para a vida; confrontando assim, realidade/teoria/prática.

Assim, tem como finalidade promover uma educação de qualidade e transdisciplinar, onde a prática da manifestação artística é um dos mais importantes exercícios de formação da personalidade e representa o mais determinante desenvolvimento da essência humana. Fazer arte é viver com plenitude e se educar com privilégio.

É imprescindível salientar, ainda, que a reflexão sobre sua própria expressão leva a pessoa a uma maior autocompreensão, uma vez que existe uma grande identificação com o que faz. Por sua vez, o produto de sua expressão é uma maneira de se comunicar com os outros, sendo necessário que o processo de ensino-aprendizagem integre atividades favoráveis ao desenvolvimento da criação artística.

E, quando se trabalha com movimento, é importante saber que as mudanças ocorrem em todas as crianças, porém em ritmos diferentes. A educação psicomotora consiste em desenvolver no educando os pré-requisitos psicológicos necessários ao aprendizado, pois esse processo leva a criança a tomar consciência de seu corpo e de sua lateralidade, a situar-se no espaço e no tempo, adquirindo habilidade e coordenação de seus gestos e movimentos. A educação psicomotora responde, portanto, a uma dupla finalidade: (1) assegurar o desenvolvimento funcional, considerando as possibilidades da criança e (2) ajudar na afetividade e expandir-se e a equilibrar-se através do intercâmbio com o ambiente humano.

Dessa forma, pretende-se com este propor aos alunos uma consciência ecológica e ambiental, social, cultural, política, ética da necessidade da construção e resgate de valores para vida.

O Impacto ambiental, ou destruição ambiental, é o tema mais discutido atualmente pela sociedade letrada, mas com pouca ação de preservação, fala-se muito e se faz muito pouco.

O que é necessário se compreender é o fato que se precisa solucionar este problema de qualquer forma. O primeiro passo, com certeza é a consciência daquilo que é mesmo necessário consumir para a sobrevivência de cada individuo. Nesse sentido, se estabelece a questão pedagógica de formar cidadãos conscientes e responsáveis pela questão ambiental.

Portanto, este projeto tem por finalidade resgatar o lúdico promovendo a auto-estima, alfabetizando e letrando, por meio de situações significativas de ensino-aprendizagem valorizando o saber e o conhecimento em sua universalidade, possibilitando a criança refletir sobre a realidade construindo valores necessários para a vida.





4. OBJETIVOS

GERAL:

• Resgatar o lúdico promovendo a auto-estima, alfabetizando e letrando, por meio de situações significativas de ensino-aprendizagem valorizando o saber e o conhecimento em sua universalidade, possibilitando a criança refletir sobre a realidade construindo valores necessários para a vida.



ESPECÍFICOS:

• Promover e desenvolver a construção da leitura e escrita por meio de vivências significativas;

• Organizar e desenvolver atividades que permitam a construção da representação da escrita;

• Promover atividades de escrita que fazem parte do cotidiano do educando, como: listas, bilhetes, recados, cartas, convites, atividades com rótulos;

• Resgatar brincadeiras e canções folclóricas;

• Explorar por meio da musicalidade a leitura, escrita e expressão corporal;

• Explorar a expressão corporal por meio do fazer teatral;

• Promover a conscientização da importância do meio ambiente para a vida;

• Promover por meio de rodinhas de conversa valores necessários para construir o respeito a diversidade;

• Organizar e desenvolver situações que envolvam brincadeiras que possibilitem os educandos a expressar sentimentos, emoções, pensamento, desejos, ansiedades, resgatando os valores e a autoetima na construção da consciência dos Direitos Humanos;

• Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar; melhorar a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população; prolongar a vida útil de aterros sanitários; gerar empregos para a população desqualificada; contribuir para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

• Explorar e confeccionar diferentes tipos de brinquedos com materiais recicláveis;

• Promover oficinas de artesanato com material do cerrado com as crianças e os pais e comunidade;

• Promover e desenvolver situações de construção por meio de vivências de saberes sobre a biodiversidade do cerrado;

• Promover e desenvolver a construção de saberes sociais, políticos, econômicos, éticos, culturais, históricos;

• Promover a construção de conhecimentos que envolvam situações de ética, fraternidade, igualdade, solidariedade, respeito à diversidade etnoracial e gênero;

• Construir por meio de vivências, investigação e pesquisa conceitos sobre a nossa identidade social, cultural, histórica, econômica, etnoracial;

• Resgatar os valores para vida na construção dos saberes dos Direitos Humanos.

• Identificar, reconhecer e utilizar diferentes ferramentas tecnológicas na construção do conhecimento e registro diários de conclusões coletivas e individuais das atividades promovidas;

• Reconhecer e identificar a história do nosso país, estado, cidade e comunidade local;

• Organizar, planejar e realizar excursões nas redondezas da escola, na comunidade, no aterro sanitário da cidade para observação e análise da realidade e coleta de materiais;

• Promover passeios ecológicos para compreender a importância da preservação do meio ambiente e diferenciar meio natural e modificado pelo homem, na Lagoa Feia, Salto do Itiquira, Buraco das Araras, Mata da Bica;

• Promover passeatas ecológicas e sociais;

• Desenvolver atividades artísticas que possibilitem a construção de valores necessários para o respeito ais portadores de necessidades especiais;

• Compreender a arte como fonte de descoberta, percepção e construção de conhecimentos.

• Reconhecer as diferentes linguagens artísticas a fim de levar os alunos à auto-expressão, desenvolvendo valores e atitudes significativas.

• Identificar as obras de arte como fonte de comunicação, de expressão de emoções e que se contextualiza nos momentos específicos de criação de determina época.

• Levantar informações que resgatem o valor pedagógico das atividades artísticas.

• Aplicar momentos diversos de produção e apreciação da arte.

• Selecionar experiências artísticas e estéticas, incentivando o dialogo e a auto-estima.

• Formular atividades artísticas que viabilizem o enriquecimento cultural, a imaginação, a sensibilidade, a confiança, a criticidade, a percepção e a sociabilidade do aluno.

• Identificar o trabalho da arte na sala de aula como instrumento de construção do conhecimento de forma interdisciplinar e contextualizada.

• Assinalar a construção de atitudes, valores e comportamentos através de práticas de produção e apreciação artística.

• Promover e desenvolver a construção da consciência da necessidade do reflorestamento;

• Promover e resgatar a participação dos pais e comunidade nas atividades da escola;

• Desenvolver oficinas para os pais;

• Promover e desenvolver um projeto de coleta seletiva nos órgãos públicos da cidade e enviar como proposta de educacional e ambiental para a Prefeitura Municipal de Formosa-GO;

• Estabelecer e desenvolver parcerias com a comunidade comercial e administrativa do Município;

• Promover e desenvolver campanhas sociais;

• Ser referência em Alfabetização, Educação Ambiental e Social a nível nacional.



5. METAS



• Desenvolver atividades de prática da leitura e da escrita, utilizando o conhecimento de que dispõe, no momento, sobre tema “LIXO”, “POLUIÇÃO”, etc..

• Identificar e compreender a formação do meio ambiente com a ajuda de profissionais especializados (agrônomo, geólogo, biólogo, engenheiro florestal; entre outros);

• Organizar atividades de alfabetização que permitam a construção de hipóteses sobre o tema proposto.

• Identificar/relacionar a importância e a necessidade de uma educação ecológica.

• Identificar e compreender informações diversas dentro de textos e aplicá-los deforma significativa no seu dia a dia.

• Desenvolver atividades em que os alunos escrevam e interpretem seus escritos, tais como: escrita de listas de lixos produzidos em casa, na escola, no comércio, etc..

• Explorar diferentes tipos de brinquedos, construindo brinquedos com materiais alternativos (sucatas).

• Resgatar brincadeiras e canções folclóricas.

• Organizar brincadeiras e atividades com música que permitam as crianças expressar emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades, resgatando o valor do lúdico no processo de alfabetização.

• Levantar/analisar dados estatísticos através de pesquisa com as donas de casa sobre o que é feito com o lixo do dia a dia/ como é realizada a coleta de lixo no bairro.

• Confeccionar gráficos e tabelas sobre os resultados da pesquisa realizada.

• Identificar e reconhecer os benefícios e malefícios do uso dos agrotóxicos;

• Compreender como ocorre a contaminação do solo e da água pelo mau manuseio das embalagens de agrotóxico e uso indiscriminado.

• Compreender através de leituras de textos previamente selecionados, sobre a importância da preservação do meio ambiente.

• Promover levantamento de dados sobre a atual situação do lixo em nossa cidade.

• Desenvolver, compreender e analisar as formas de reaproveitamento do lixo.

• Compreender e entender a reciclagem.

• Construir e promover situações concretas de reciclagem.

• Criar e brincar reciclando.

• Fotografar e comprovar a realidade do lixo na nossa cidade.

• Ministrar OFICINAS de artesanato, nos horários matutino, vespertino e noturno.

• Criar uma feira de exposição de artesanatos, nos dias de reuniões.

• Promover uma pesquisa no laboratório de informática sobre a arte.

• Pesquisar as diferentes linguagens artísticas a fim de levar os alunos à auto-expressão, desenvolvendo valores e atitudes significativas.

• Realizar um estudo a fim de identificar as obras de arte como fonte de comunicação, de expressão de emoções e que se contextualiza nos momentos específicos de criação de determina época.

• Aplicar momentos diversos de produção e apreciação da arte.

• Selecionar experiências artísticas e estéticas, incentivando o diálogo e a auto-estima.

• Formular atividades artísticas que viabilizem o enriquecimento cultural, a imaginação, a sensibilidade, a confiança, a criticidade, a percepção e a sociabilidade do aluno.

• Identificar o trabalho da arte na sala de aula como instrumento de construção do conhecimento de forma interdisciplinar e contextualizada.

• Assimilar a construção de atitudes, valores e comportamentos através de práticas de produção e apreciação artística.

• Desenvolver uma atitude de respeito perante as diferenças sócio-culturais do país.

• Conhecer, comparar e respeitar diferentes tipos de culturas das regiões brasileiras.

• Promover uma atitude de conscientização da necessidade da paz no trânsito;

• Identificar os estados e capitais que formam o Brasil;

• Reconhecer e identificar a importância das profissões;

• Proporcionar discussão sobre as características sócio-econômicas e culturais do Brasil.

• Valorizar a diversidade das riquezas culturais do território nacional.

• Promover trabalhos interdisciplinares enfocando as tradições culturais do Brasil;






6. METODOLOGIA

A nossa comunidade é bastante carente, não tem consciência da importância de reciclar e não pouco reaproveitar. Em suas casas, os alunos não têm noção do que acontece no processo de reciclagem, mas mesmo assim passam um bom tempo nas ruas catando latas para vender e levar o dinheiro para seus pais.

A cultura é uma herança que o homem recebe ao nascer; é o modo de vida de um povo, o ambiente em que um grupo de seres humanos, ocupando um território comum, criou na forma de idéias, instituições, linguagem, instrumentos, serviços e sentimentos.

Segundo Queiroz (1979. p. 34-35):

A cultura deve ser entendida como expressão de relações sociais; é apenas por referência à estruturação dessas relações (elucidadas a partir de certas determinações fundamentais) que o sentido da produção cultural pode ser apreendido.



Constituída de diferentes valores, a cultura forma os complexos que, unidos e inter-relacionados, dão o padrão cultural. A organização social, a língua usada, a organização política, a estética, as idéias religiosas, as técnicas, o sistema de ensino são alguns dos elementos existentes em uma sociedade. Esses elementos dão forma à cultura e a representam, em conjunto, de maneira a caracterizar a sociedade em que se manifestam. Não são iguais, porém, em todas as sociedades; daí a cultura ser variável. A cultura é também cumulativa, não se acumulando nela, em face da respectiva sociedade, os elementos vindos de gerações anteriores, sem prejuízo das mudanças que se podem verificar no decorrer do tempo.

Nesse sentido, coloca-se que os adultos, crianças e adolescentes desperdiçam grande parte dos alimentos de suas cassas e na comunidade escolar é jogado no lixo: livros, cadernos, folhas e ate o próprio mobiliário. É possível notar grande quantidade de lixo deixado dentro da escola e nas proximidades da mesma após as aulas. Nos professores temos a obrigação de ensinar aos nossos alunos, que o que temos hoje, talvez não tenha amanhã. Mostrar a eles que podemos nos divertir ajudando na preservação do meio ambiente e também construindo brinquedos de sucata.

O pressuposto educativo que embasa este projeto coincide com a proposta de educar par a cidadania, pois viabilizará o desenvolvimento de atitudes co-responsáveis em preservar a água, minimizando os problemas de degradação ambiental hídrica e assegurando a qualidade de vida de toda a comunidade.

Dessa forma, o presente projeto pretende atingir seus objetivos fazendo o próprio aluno criar seus conceitos e conhecimentos sobre a necessidade da conscientização ambiental.

Partindo de uma alfabetização e letramento em prol do mundo, onde o meio ambiente é o foco principal para preservação da humanidade na Terra. Assim, todas as atividades serão administradas pela Professora Vanderli Cássia, promovendo a formação do cidadão construtor de seu próprio futuro e de seus conhecimentos.

Para promover os conhecimentos necessários para a conscientização da importância da preservação do meio ambiente serão envolvidos o grupo social de forma significativa, para pesquisa, informações, e conscientização.



6.1 SISTEMATIZAÇÃO

As propostas pedagógicas de alfabetização que têm como referência teórica o construtivismo interacionista piagetiano e, mais especificamente, a psicogênese da língua escrita descrita por Emilia Ferreiro. Pressuposto teórico esse que embasa idéias importantes para a alfabetização, como a de que as crianças constroem hipóteses sobre o que a escrita representa.

Além disso, as atividades de alfabetização embasadas nesse modelo teórico nos permite compreender a necessidade de garantir que os alunos estejam freqüentemente expostos a situações em que possam testemunhar a utilização que se faz da escrita e de que é prepor propor atividades de leitura diversificadas, ainda que esses alunos não saibam ler convencionalmente.

As atividades propostas representam possibilidades diferentes de planejar/recriar situações de ensino e aprendizagem e por isso merecem atenção especial no tocante às suas formas de realização, o que pode ocorrer individualmente, em dupla ou em grupo. Elas também são flexíveis quando forem feitas com ou sem ajuda, com ou sem consulta, com ou sem rascunho, de uma só vez ou em mais vezes, no caderno ou em papel especial para ser exposto no mural, com letras moveis, com cartões, na lousa ou escrito a lápis e outros.

O importante é adequar as atividades às necessidades dos alunos e que o processo realize intervenções significativas para o aprendizado. Nesse caso, é essencial que o professor circule pela sala observando quais procedimentos os alunos utilizam para realizar a atividade, e que coloque questões problematizadoras, a partir das informações que possui sobre o que eles sabem. Segundo Emilia Ferreiro (1985) também é relevante organizar agrupamentos produtivos, em função do conhecimento sobre o que os alunos sabem e do conteúdo da tarefa que devem realizar.

O objetivo de todas as atividades é favorecer a reflexão dos alunos sobre o sistema alfabético de escrita por meio da leitura de textos. Isso também significa oferecer a criança à oportunidade de exercer a escrita segundo suas idéias, de pôr em jogo o que pensa sobre a escrita.





7. CRONOGRAMA

ATIVIDADES

2010

1 2 3 4 5 6 8 9 10 11 12

1. Proposta do projeto.

2. Desenvolvimento das ETAPAS propostas.

3. Avaliação do projeto e confecção do relatório







8. AVALIAÇÃO

A avaliação será contínua, sendo que por meio de observações significativas e do registro diário, o professor pode documentar, contextualmente, os processos de aprendizagem das crianças, a qualidade das interações estabelecidas com seus pares, obtendo informações importantes sobre as experiências vivenciadas pelas crianças. Além disso, a finalidade da avaliação das atividades é registrar e identificar os avanços e as possibilidades de superação das dificuldades dos alunos. Nesse caso, a avaliação permite apontar orientações para uma retomada de caminho, de planejamento, enfim, contribui para reflexões significativas sobre as condições de aprendizagem e sobre todo o processo didático-pedagógico.





9. RECURSOS

• Condução para locomover os alunos até o lixão (local onde é depositado o lixo de nossa cidade);

• Máquina Fotográfica e Filmes Fotográficos, REVELAÇÃO;

• Papel sufite;

• 34 cadernos;

• 34 pranchetas;

• 34 lápis;

• Material descartável (sucata);

• TV aparelho de DVD;

• Filmes;

• SOM e CDs;

• Pistola de cola quente e silicone;

• Tambores de plásticos nas corres azul, verde, amarelo, vermelho;

• Tela;

• Liquidificador;

• Colas, tesouras, canetinhas, cola glither, cartolinas, papel gráfico, EVA, pinceis atômicos.





10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Vol. 1, 2 e 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. Trad. Horário Gonzáles. 2. ed. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1985. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, 17).

WEISZ, Telma. O dialogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.

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