7 de mar de 2010

PROJETO ARTE NA ESCOLA

PROJETO PEDAGÓGICO:

ARTE NA ESCOLA

ÁREA: ENSINO FUNDAMENTAL – PRIMEIRA FASE

PROFESSORA-RESPONSÁVEL: VANDERLI CASSIA SPREDEMANN

PÚBLICO-ALVO: 1º E COMUNIDADE

ANO LETIVO: 2010





1. TEMA: PROJETO ARTE NA ESCOLA



2. DELIMITAÇÃO DO TEMA



A prática da manifestação artística é um dos mais importantes exercícios de formação da personalidade e representa o mais determinante desenvolvimento da essência humana. Fazer arte é viver com plenitude e se educar com privilégio.

É imprescindível salientar, ainda, que a reflexão sobre sua própria expressão leva a pessoa a uma maior autocompreensão, uma vez que existe uma grande identificação com o que faz. Por sua vez, o produto de sua expressão é uma maneira de se comunicar com os outros, sendo necessário que o processo de ensino-aprendizagem integre atividades favoráveis ao desenvolvimento da criação artística.

Deste modo, este estudo tem como propósito investigar a importância do trabalho com Arte na escola inclusiva, como condição para promoção de momentos em que a criança usa a arte como meio de expressão e de interação social.



3. PÚBLICO-ALVO

o O projeto tem por finalidade atender os alunos do Ensino Fundamental da 1ª Fase da Escola Municipal Professor Joaquim Moreira.



4. JUSTIFICATIVA

A Arte é uma excelente ferramenta para o desenvolvimento da expressão, da comunicação, da auto-estima e do auto-conhecimento, além de poderoso meio de interação social, visto que proporciona a interação entre os aspectos sensíveis, afetivos, intuitivos e cognitivos.

No que tange ao processo de formação de crianças, jovens e adultos reflete sobre a importância das atividades artísticas se eleva, uma vez que através do desenho, da pintura, da dança, enfim, de qualquer manifestação artística se torna mais fácil e significativa a maneira de se comunicar, expressar e interagir destas crianças.

O trabalho com Arte na escola aumenta, por conseqüência, as possibilidades de inclusão das crianças com necessidades educativas especiais, em como também promover a socialização, podendo auxiliar em seu trabalho de superação das condições limitantes bem como possibilitar o desenvolvimento e a ampliação dos sentidos, emoções, intuição e pensamento.

Nesta perspectiva, o propósito de realizar um projeto de Artes na Escola como possibilidade de promover momentos em que a criança, o adolescente e o adulto usa a arte como meio de expressão e de interação social. A intenção é proporcionar atividades lúdicas que envolvam músicas do repertório infantil, juvenil e adulto e produções artísticas para que os alunos com necessidades especiais sejam estimulados para perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos de forma lúdica e significativa.



5. OBJETIVOS



o Geral



 Promover atividades artísticas que estimulem a participação da criança com necessidades educativas especiais em situações de expressão e interação e desenvolvimento da suas capacidades criativas.



o Específicos



 Compreender a arte como fonte de descoberta, percepção e construção de conhecimentos.

 Reconhecer as diferentes linguagens artísticas a fim de levar os alunos à auto-expressão, desenvolvendo valores e atitudes significativas.

 Identificar as obras de arte como fonte de comunicação, de expressão de emoções e que se contextualiza nos momentos específicos de criação de determina época.

 Levantar informações que resgatem o valor pedagógico das atividades artísticas.

 Aplicar momentos diversos de produção e apreciação da arte.

 Selecionar experiências artísticas e estéticas, incentivando o dialogo e a auto-estima.

 Formular atividades artísticas que viabilizem o enriquecimento cultural, a imaginação, a sensibilidade, a confiança, a criticidade, a percepção e a sociabilidade do aluno.

 Identificar o trabalho da arte na sala de aula como instrumento de construção do conhecimento de forma interdisciplinar e contextualizada.

 Assinalar a construção de atitudes, valores e comportamentos através de práticas de produção e apreciação artística.



6. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

 DIA DE ARTE NA ESCOLA – as atividades serão realizadas com os alunos.

 Ministrando OFICINAS de artesanato.

 Criando uma feira de exposição de artesanatos, nos dias de reuniões.

 Pesquisando as diferentes linguagens artísticas a fim de levar os alunos à auto-expressão, desenvolvendo valores e atitudes significativas.

 Realizando um estudo a fim de identificar as obras de arte como fonte de comunicação, de expressão de emoções e que se contextualiza nos momentos específicos de criação de determina época.

 Aplicação momentos diversos de produção e apreciação da arte.

 Selecionando experiências artísticas e estéticas, incentivando o diálogo e a auto-estima.

 Formulação atividades artísticas que viabilizem o enriquecimento cultural, a imaginação, a sensibilidade, a confiança, a criticidade, a percepção e a sociabilidade do aluno.

 Identificando o trabalho da arte na sala de aula como instrumento de construção do conhecimento de forma interdisciplinar e contextualizada.

 Assinalando a construção de atitudes, valores e comportamentos através de práticas de produção e apreciação artística.



7. RECURSOS

MATERIAL

 EVA; caneta, tesoura, régua, giz de cera, caixa de sapato, papel cartão, pincel atômico, sucata (por exemplo: garrafa descartável, latas de massa tomate, etc.), cola colorida, cola glitter, tinta dimensional,



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Tendências e Desafios da Educação Especial. Org. Eunice M. L. Soriano de Alencar. Brasília: SEESP, 1994.

_____. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Vol. 1, 2 e 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.

_____. Secretaria de Educação Especial. Tendências e Desafios da Educação Especial. Org. Eunice M. L. Soriano de Alencar. Brasília: SEESP, 1994.

_____. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 1994.

_____. Ministério da Justiça. Secretaria Nacional dos Direito Humanos. Declaração de Salamanca e Linha de Ação: Sobre Necessidades Educativas Especiais. 2. ed. Brasília: Coordenadoria Nacional Para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CORDE, 1997.

_____. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.

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