13 de dez. de 2009

O USO DA TECNOLOGIA NA ESCOLA E O FAZER TEATRAL

O tema tratado na unidade 4,na Licenciatura em Teatro (Prolicen da UNB), trata-se de produção e difusão de informação artística na Internet Produção e difusão de informação artística na Internet. Considerando que a internet hoje é o veiculo de comunicação mais utilizado as pessoas acabam utilizando-a como palco de manifestações artísticas.

Não esquecendo da importância da tecnologia na escola, considerar que com a intensificação do uso das tecnologias na sociedade moderna não é de se estranhar que a informática esteja cada vez mais presente no cenário educativo. A introdução das ferramentas tecnológicas no processo educativo tem lançado alguns questionados e desafios para os profissionais de educação. Até que ponto a introdução das tecnologias na educação beneficia a formação integral do cidadão?

O que é necessário, então, fazer para que o uso da informática dê certo? Na visão do pedagogo Wagner Antônio Júnior, coordenador do Projeto de Apoio Informatizado da Faculdade de Agudos/SP, “a tecnologia deve ser utilizada para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares. Usar o computador somente para ensinar programas de informática é desperdício” (MARTINS, 2008, p. 84).

O uso das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem não deve se restringir ao objetivo de tão-somente dar aulas de informática ou de levar o aluno a conhecer diferentes recursos tecnológicos. O intuito é melhorar o aprendizado é para isso é preciso escolher adequadamente os conteúdos a serem apresentados ou apresentados na sala e informática, tornando a aula produtiva e objetiva (MARTINS, 2008, p. 85).

Outro aspecto importante é quanto à seleção dos programas a serem utilizados. O uso do computador pode possibilitar tanto o acesso à rede eletrônica de informações – a Internet – como também pode permitir o uso dos programas para editar textos, resolver situações-problemas em planilhas, etc.

REFERÊNCIAS


ARROYO, Miguel G. Reinventar e formar o profissional da educação básica. In: BICUDO, Maria Aparecia V.; JÚNIOR, Celestino Alves da Silva. Formação do educador: dever do Estado, tarefa da universidade. São Paulo, 1996.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei 9.9394/96). Brasília: 1996.

COELHO, Ildeu M. Formação do educador: dever do Estado, tarefa da universidade. São Paulo; 1996.

SUÁREZ, Daniel. O principio educativa da nova direita; neoliberalismo, ética e escola pública. In: GENTILI, Pablo. Pedagogia da exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Petrópolis: Vozes, 1996. p. 253-270.

ZEICHNER, Kennet M. A formação reflexiva de professores: idéias e práticas. EDUCA, 1193.

A arte do Hiperpalco


A proposta do Hiperpalco no contexto do fazer teatral está a perspectiva da visualização em tempo real da performance, contextualizando o uso dos avanços tecnologicos na construção de um novo paradigma teatral.
Muito se acredita na construção de um novo espaço para apresentações teatrais, onde uma personagem pode interagir com a outra mesmo estando em longas distâncias. Com o uso da tecnologia x o fazer teatral a favor da formulação de novas perspectivas educacionais na construção de novas práxis para melhoria e qualidade do ensino, com características inovadoras e possibilitando ao individuo a autoria da formação de seu conhecimento a partir de discussões coletivas e interativas, onde a informação é em tempo real.



REFERÊNCIAS
http://csgames.incubadora.fapesp.br/portal/Members/jranhel/TV%20Digital,%20jogos%20e%20narrativas%20interativas%20na%20TVi%20-%20Joao%20Ranhel.pdf

EDUCAÇÃO DIGITAL


Com a intensificação do uso das tecnologias na sociedade moderna não é de se estranhar que a informática esteja cada vez mais presente no cenário educativo. A introdução das ferramentas tecnológicas no processo educativo tem lançado alguns questionados e desafios para os profissionais de educação. Até que ponto a introdução das tecnologias na educação beneficia a formação integral do cidadão?

Como toda mudança gera incerteza, com a educação digital não é diferente. Há aqueles que apóiam e investem no uso das novas tecnologias na prática educativa como uma possibilidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem e favorecer a formação plena do cidadão.

A finalidade deste estudo é discorrer alguns apontamentos sobre a educação digital, destacando as implicações positivas e negativas do uso das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, é relevante descrever brevemente o histórico da informática na educação e como as novas tecnologias podem ser usadas dentro da sala de aula para inovar e melhorar o processo educativo.

No Brasil, os primórdios de uma educação digital surgiram com uma iniciativa do Ministério da Educação que buscou disseminar a informação no sistema brasileiro de educação pública.

Inicialmente, o MEC patrocinou o Projeto Educom (1985-1991), destinado ao desenvolvimento de pesquisas e metodologias sobre o uso do computador como recurso pedagógico, do qual participavam quatro universidades públicas: Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro – URFJ, e Universidade Federal do Rio Grande do Sul – URFGS (ALMEIDA, 2000, p. 139).



Além disso, o MEC também adotou uma política que tinha por objetivo implantar em cada estado brasileiro um Centro de Informática na Educação – Cied. Na tentativa de subsidiar o funcionamento desses centros, o MEC criou o Projeto Formar, visando preparar professores para utilizar a informática na educação (ALMEIDA, 2000).

O Projeto Formar desenvolveu-se na Unicamp, por meio da realização de dois cursos de especialização na área de informática na Educação, um em 1987 e outro em 1989. Participaram profissionais de todo o Brasil, e cada turma contou com cinqüenta participantes, o que exigiu grande esforço dos organizadores e concentração de recursos (físicos, humanos, financeiros e de equipamentos), pois na época nenhuma instituição tinha disponibilidade para atender aquela demanda (ALMEIDA, 2000, p. 139-140).

Os professores que participaram do projeto Formar foram os pioneiros em estruturar e implantar os CIED (Centros de Informática Educativa) junto às Secretarias de Educação às quais pertenciam. Assim, nos anos de 1988 e 1989 foram implantados 17 CIED e em 1997 havia 20 nos Estados brasileiros (TAVARES, 2008).

Outro projeto-piloto que atuou na formação de professores foi o PRONINFE, instituído pelo MEC em 1989. Segundo Tavares (2008):

O PRONINFE possuía um modelo funcional e geograficamente descentralizado, funcionando através de centros de informática na educação espalhados por todo o país. Esses centros contavam com apoio mútuo, divulgando e analisando projetos educacionais, seus objetivos e resultados. Outro ponto forte do PRONINFE era a formação de professores dos três graus (hoje fundamental, médio e superior), bem como na área de educação especial e em nível de pós-graduação. Também visava a pesquisa sobre a utilização da informática na educação, aproveitando a interatividade e a interconectividade que o computador possibilitava (p. 6).



Em 1997 surge uma versão atualizada do projeto PRONINFE: o PROINFO, cuja proposta se pauta no sentido de introduzir a informática na rede pública de ensino por meio de redes técnicas de produção, armazenamento e transmissão de informações. De acordo com as diretrizes do Documento referente ao PROINFO, os objetivos deste programa visam:

1) melhorar a qualidade do processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas, através da igualdade no acesso instrumentos tecnológicos e desenvolvimento de atividades apropriadas de aprendizagem partindo da realidade regional. Busca-se a melhoria do processo de construção do conhecimento, através da diversificação dos espaços do conhecimento, dos processos e das metodologias empregadas;

2) possibilitar a criação de uma nova ecologia cognitiva nos ambientes escolares mediante incorporação adequada das novas tecnologias da informação pelas escolas, diminuindo o espaço existente entre a cultura escolar e a cultura extra-escolar;

3) propiciar uma educação voltada para o desenvolvimento científico e tecnológico, para a criatividade, a agilidade na resolução de problemas, o raciocínio, o manejo da tecnologia e para um maior conhecimento técnico por parte do educando;

4) educar para uma cidadania global numa sociedade tecnologicamente desenvolvida .



Levando em consideração tais propostas, torna-se salutar indagar: Até que ponto a introdução das tecnologias na educação beneficia a formação integral do cidadão?

Para responder esse questionamento é importante primeiramente destacar que a escola precisa assumir o papel de formar cidadãos para a complexidade do mundo e dos desafios que ele propõe. Assim, é importante que na escola o aluno tenha condições de não só fazer uso das tecnologias de informação como também lidar criticamente com elas em seu processo de formação.

Vale destacar que o uso da informação na educação traz benefícios para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem na medida em que permite uma perspectiva de formação integral, onde o recurso tecnológico não é apenas um instrumento de motivação, mas de construção do conhecimento, de aprendizagem.

Dentre as vantagens que o uso da informática pode apresenta para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, pode-se destacar:

• O apelo visual do computador enquanto recurso didático;

• A possibilidade de interação através do uso de software e da Internet;

• O uso de ferramentas versáteis disponíveis em sites e que podem ser usadas no processo de construção do conhecimento;

• A ampliação das possibilidades de mediação pedagógica do professor;

Em contrapartida, é preciso atentar também para o fato de que existem fatores de resistência ao uso da informática na educação. Dentre eles, destaca-se o equívoco que o uso do computador poderia colocar em xeque a profissionalização do professor.

Outros questionamentos também se despontam no debate sobre o uso da informática na educação: Até que ponto as nossas escolas estão preparadas para utilizar plenamente os recursos computacionais? Os professores estão devidamente capacitados para usar os recursos tecnológicos no processo de ensino-aprendizagem?

Frente ao exposto, acredita-se que o uso da informática pode contribuir para a melhoria da educação como um todo. Mas para que isso aconteça é preciso rever conceitos, modelos didáticos e formas de relacionamento inerentes ao processo de ensino-aprendizagem.

O que é necessário, então, fazer para que o uso da informática dê certo? Na visão do pedagogo Wagner Antônio Júnior, coordenador do Projeto de Apoio Informatizado da Faculdade de Agudos/SP, “a tecnologia deve ser utilizada para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares. Usar o computador somente para ensinar programas de informática é desperdício” (MARTINS, 2008, p. 84).

O uso das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem não deve se restringir ao objetivo de tão-somente dar aulas de informática ou de levar o aluno a conhecer diferentes recursos tecnológicos. O intuito é melhorar o aprendizado é para isso é preciso escolher adequadamente os conteúdos a serem apresentados ou apresentados na sala e informática, tornando a aula produtiva e objetiva (MARTINS, 2008, p. 85).

Outro aspecto importante é quanto à seleção dos programas a serem utilizados. O uso do computador pode possibilitar tanto o acesso a rede eletrônica de informações – a Internet – como também pode permitir o uso dos programas para editar textos, resolver situações-problemas em planilhas, etc.

Segundo, José Júnio Lopes, Coordenador do Laboratório de Informática do Colégio Joana D’Arc – São Paulo, “a Internet nem sempre é imprescindível. O aluno pode fazer apresentações em slides, usar editores de textos e elaborar planilhas e gráficos. Essas ferramentas não requerem o uso da Internet” (MARTINS, 2008, p. 84).

O roteiro da aula também é importante. Atividades precisam ser bem estruturadas e planejadas de acordo com a realidade do aluno. Além disso, o uso dos recursos tecnológicos deve coincidir com incentivo à interação. É o professor o responsável pela mediação da interação do aluno com o objeto do conhecimento no processo de ensino-aprendizagem.

Mostra-se também relevante o uso de jogos educativos; a exploração adequado do audiovisual; a orientação adequada para evitar a desatenção e a criação do aluno bem como criar um espaço lúdico na sala de aula.

Segundo a professora Léa da Cruz Fagundes, presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre:

o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes (ALENCAR, 2004, p. 24).



A referida especialista afirma também que o professor não deve ter medo de errar e nem vergonha de dizer não sei quanto estiver a frente de um micro. O professor só vai descobrir como usar o computador na sua rotina diária quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças (ALENCAR, 2004, p.24).

Fazer da informática um recurso de aprendizagem não é uma tarefa utópica. Requer desprendimento e compromisso não só do professor, mas da parceria entre escolas, governo e instituições públicas e/ou privadas. A comprovação disso é que algumas experiências estão sendo bem-sucedidas, dentre elas destaca-se:

• Word Links – Programa criado originalmente pelo Banco Mundial. É uma ONG que atua desde 2002 em 26 países, incluindo o Brasil. Visa a criação de comunidades de aprendizagem interativa, colaborativa e cooperativa, mediante o uso das telecomunicações na escola.

• Projeto Infovias/Educação – iniciado em 2000 como pesquisa da Faculdade de Educação da UFG. O objetivo inicial era a introdução, para professores e alunos de graduação de pedagogia, no uso de tecnologias na educação.

• Cooperação Internacional no Distrito Federal – o Centro de Ensino Médio 02 e outras escolas do DF participam de um projeto com o Canadá, visando a disseminação de informações entre os dois países. O intercâmbio cultural possibilita superar as dificuldades de acesso e o baixo índice de computadores em redes disponíveis, realizando atividades educacionais inovadoras.

O crescimento de experiências bem sucedidas depende, portanto, da ação de novas abordagens pedagógicas, novos caminhos que acabem com o isolamento da escola e a coloquem em permanente situação de diálogo e cooperação com as demais instâncias existentes na sociedade, a começar pelos próprios alunos. O uso da informática na educação não deve se expandir apenas em termos quantitativos com a alocação de recursos nas escolas. Ao contrário, é preciso usar esses recursos como grandes possibilidades e desafios para a atividade cognitiva, afetiva e social dos alunos, fundamentado uma nova perspectiva de educação: educação para a vida.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALENCAR, Marcelo. Podemos vencer a exclusão digital. Revista Nova Escola, Seção Fala Mestre!, nº 172, Fundação Victor Civita, mai/2004, p. 24-26.

ALMEIDA, Maria Elizabeth de. PROINFO: Informática e Formação de Professores. Vol. 1 e 2. Brasília: Ministério da Educação, SEED, 2000.

IBE. Instituto Brasileiro de Educação. Tecnologias da Educação. Brasília, 2008.

MARTINS, Ana Rita. O melhor do computador. Revista Nova Escola, Ano XXIII, Nº 215, set./2008, p. 84-85.

PROINFO. Disponível em http://www.proinfo.mec.gov.br. Acesso em out./2008.

TAVARES, Neide Rodrigues Barea. História da informática educação no Brasil observada a partir de três projetos públicos. Disponível em http://www.lapeq.fe.usp.br/textos/tics/pdf/neide.pdf. Acesso out./2008.

PROVA DE COMPETÊNCIA

DEFENSORES DO MEIO AMBIENTE



PROJETO PEDAGÓGICO COM AGRINHO:

Impacto Ambiental Causado pelos resíduos sólidos



VANDERLI CASSIA BARROS


Cassia_cbk@hotmail.com






2009

1. TÍTULO DO PROJETO



PROJETO PEDAGÓGICO COM AGRINHO:

Impacto Ambiental Causado pelos resíduos sólidos



2. PROBLEMA

 Como promover a educação ambiental a partir da conscientização sobre os efeitos do mau tratamento do lixo em nossa comunidade, cidade e mundo.



3. JUSTIFICATIVA

O presente projeto parte da necessidade de apresentar aos alunos a realidade e os efeitos do mau tratamento do lixo em nossa comunidade, cidade e mundo; confrontando assim, realidade/teoria/prática, discutida em curso de formação continuada do Projeto Agrinho,

Dessa forma, pretende-se com este propor aos alunos uma consciência ecológica e ambiental da necessidade de um tratamento adequado para o lixo produzido em nosso dia a dia em casa, na escola, nos comércios, nas fábricas e demais estabelecimentos, como também na zona rural.

Em suma, o significado de lixo, advém da linguagem técnica é sinônimo de resíduos sólidos, trata-se dos materiais de tudo aquilo que é consumido, por exemplo, plástico, papel, metal, vidro, entre outros, materiais esses que podem, na maioria das vezes, serem reciclados. Daí a necessidade de desenvolver a criatividade para reaproveitar esses materiais, retirando do meio ambiente e diminuindo o impacto ambienta.

O Impacto ambiental, ou destruição ambiental, é o tema mais discutido atualmente pela sociedade letrada, mas com pouca ação de preservação, fala-se muito e se faz muito pouco.

O que é necessário se compreender é o fato que se precisa solucionar este problema de qualquer forma. O primeiro passo, com certeza é a consciência daquilo que é mesmo necessário consumir para a sobrevivência de cada individuo. Nesse sentido, se estabelece a questão pedagógica de formar cidadãos conscientes e responsáveis pela questão ambiental.

Portanto, este projeto tem por finalidade promover de forma significativa os conhecimentos necessários para formar cidadãos conscientes e responsáveis pela sua própria história.



4. OBJETIVOS

GERAL:

- Desenvolver e promover uma consciência ecológica crítica e educativa em torno da realidade da coleta e tratamento do lixo nesta cidade, e também promover situações significativas de aprendizagem que possibilitem aos alunos questionar, refletir e propor soluções para o problema ambiental “LIXO”.



ESPECÍFICOS:

• Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar;

• Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população;

• Prolonga a vida útil de aterros sanitários;

• Gera empregos para a população desqualificada;

• Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

• Tornar-se proposta de educação ambiental neste Município e região.

• Ser referência em Educação Ambiental a nível nacional.



5. METAS



- Desenvolver atividades de prática da leitura e da escrita, utilizando o conhecimento de que dispõe, no momento, sobre tema “LIXO”, “POLUIÇÃO”, etc..

- Identificar e compreender a formação do meio ambiente com a ajuda de profissionais especializados (agrônomo, geólogo, biólogo, engenheiro florestal; entre outros);

- Organizar atividades de alfabetização que permitam a construção de hipóteses sobre o tema proposto.

- Identificar/relacionar a importância e a necessidade de uma educação ecológica.

- Identificar e compreender informações diversas dentro de textos e aplicá-los deforma significativa no seu dia a dia.

- Desenvolver atividades em que os alunos escrevam e interpretem seus escritos, tais como: escrita de listas de lixos produzidos em casa, na escola, no comércio, etc..

- Explorar diferentes tipos de brinquedos, construindo brinquedos com materiais alternativos (sucatas).

- Resgatar brincadeiras e canções folclóricas.

- Organizar brincadeiras e atividades com música que permitam as crianças expressar emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades, resgatando o valor do lúdico no processo de alfabetização.

- Levantar/analisar dados estatísticos através de pesquisa com as donas de casa sobre o que é feito com o lixo do dia a dia/ como é realizada a coleta de lixo no bairro.

- Confeccionar gráficos e tabelas sobre os resultados da pesquisa realizada.

- Identificar e reconhecer os benefícios e malefícios do uso dos agrotóxicos;

- Compreender como ocorre a contaminação do solo e da água pelo mau manuseio das embalagens de agrotóxico e uso indiscriminado.

- Compreender através de leituras de textos previamente selecionados, sobre a importância da preservação do meio ambiente.

- Promover levantamento de dados sobre a atual situação do lixo em nossa cidade.

- Desenvolver, compreender e analisar as formas de reaproveitamento do lixo.

- Compreender e entender a reciclagem.

- Construir e promover situações concretas de reciclagem.

- Criar e brincar reciclando.

- Fotografar e comprovar a realidade do lixo na nossa cidade.



6. METODOLOGIA



A nossa comunidade é bastante carente, não tem consciência da importância de reciclar e não pouco reaproveitar. Em suas casas, os alunos não têm noção do que acontece no processo de reciclagem, mas mesmo assim passam um bom tempo nas ruas catando latas para vender e levar o dinheiro para seus pais.

Os adultos desperdiçam grande parte dos alimentos de suas cassas e na comunidade escolar é jogado no lixo: livros, cadernos, folhas e ate o próprio mobiliário. É possível notar grande quantidade de lixo deixado dentro da escola e nas proximidades da mesma após as aulas. Nos professores temos a obrigação de ensinar aos nossos alunos, que o que temos hoje, talvez não teremos amanha. Mostrar a eles que podemos nos divertir ajudando na preservação do meio ambiente e também construindo brinquedos de sucata.

O pressuposto educativo que embasa este projeto coincide com a proposta de educar par a cidadania, pois viabilizará o desenvolvimento de atitudes co-responsáveis em preservar a água, minimizando os problemas de degradação ambiental hídrica e assegurando a qualidade de vida de toda a comunidade.

Dessa forma, o presente projeto pretende atingir seus objetivos fazendo o próprio aluno criar seus conceitos e conhecimentos sobre a necessidade da conscientização ambiental.

Partindo de uma alfabetização e letramento em prol do mundo, onde o meio ambiente é o foco principal para preservação da humanidade na Terra. Assim, todas as atividades serão administradas pela Professora Vanderli Cassia, promovendo a formação do cidadão construtor de seu próprio futuro e de seus conhecimentos.

Para promover os conhecimentos necessários para a conscientização da importância da preservação do meio ambiente serão envolvidos o grupo social de forma significativa, para pesquisa, informações, e conscientização.



7. CRONOGRAMA

ATIVIDADES MAIO JUNHO AGOSTO SETEMBRO

1. Proposta do projeto.

2. Desenvolvimento das ETAPAS propostas.

3. Avaliação do projeto e confecção do relatório







8. AVALIAÇÃO

A avaliação será contínua, sendo que por meio de observações significativas e do registro diário, o professor pode documentar, contextualmente, os processos de aprendizagem das crianças, a qualidade das interações estabelecidas com seus pares, obtendo informações importantes sobre as experiências vivenciadas pelas crianças. Além disso, a finalidade da avaliação das atividades é registrar e identificar os avanços e as possibilidades de superação das dificuldades dos alunos. Nesse caso, a avaliação permite apontar orientações para uma retomada de caminho, de planejamento, enfim, contribui para reflexões significativas sobre as condições de aprendizagem e sobre todo o processo didático-pedagógico.





9. RECURSOS

- Condução para locomover os alunos até o lixão (local onde é depositado o lixo de nossa cidade);

- Máquina Fotográfica e Filmes Fotográficos, REVELAÇÃO;

- Papel sufite;

- 34 cadernos;

- 34 pranchetas;

- 34 lápis;

- Material descartável (sucata);

- TV aparelho de DVD;

- Filmes;

- SOM e CDs;

- Pistola de cola quente e silicone;

- Tambores de plásticos nas corres azul, verde, amarelo, vermelho;

- Tela;

- Liquidificador;

- Colas, tesouras, canetinhas, cola glither, cartolinas, papel gráfico, EVA, pinceis atômicos.

10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Vol. 1, 2 e 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.


"PROJETO VENCEDOR DO 3º PRÊMIO DO
PROGRAMA AGRINHO EM GOIÁS 2009"



4 de nov. de 2009

DISLEXIA

A dislexia não é uma doença, como pensam muitos por ai. Essa palavra vem do grego dys, que significa pobre, e lexia, que quer dizer linguagem. Se nos aprofundarmos um pouco mais, dislexia é um problema neurológico relacionado à linguagem e à leitura; as habilidades de escrita de palavras e de textos, de audição, de fala e de memória também podem sofrer impactos (FRANK, 2003. p.4).
Eu tenho dois filhos disléxicos, e que sofrem com a falta de atendimento especializado, com o preconceito e a falta de informação. Por isso, decidi apronfundar no assunto, já que trata-se de uma pesquisa recente e pouco divulgada.
A nove anos atrás quando meu menino mais velho ingressou na escola não existiam atendimentos especializados e falar sobre dislexia seria inviável. Atualmente, o mais novo começa seus passos escolares e minha luta por um atendimento especializado e seus direitos garantidos.
Bem, trata-se de uma história bem complicada. Primeiro, deve-se fazer um levantamento do histórico da criança desde a gestação. Observações simples como quando gatinhou, falou, andou, podem ser fundamentais para o processo de identificação da dislexia.

Veja alguns sintomas que pode-se observar na primeira infância:


1 - Atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;


2 - Atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;


3 - Parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;


4 - Distúrbios do sono;


5 - Enurese noturna;


6 - Suscetibilidade à alergias e à infecções;


7 - Tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;


8 - Chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;


9 - Dificuldades para aprender a andar de triciclo;


10 - Dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.

Adivinha... meus meninos se enquadram direitinho nesses sintomas. Agora a partir dos sete anos, segunda infância:

1 - Pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres;



2 - Ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;


3 - Copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;


4 - A fluência em leitura é inadequada para a idade;


5 - Inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;


6 - Só faz leitura silenciosa;


7 - Ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;


8 - Sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;


9 - Pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;


10 - Esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;


11 - É mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;


12 - Ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;


13 - Tem grande imaginação e criatividade;


14 - Desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";


15 - Tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;


16 - Porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;


17 - Baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;


18 - Esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;


19 - Perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;


20 - Tem mudanças bruscas de humor;


21 - É  impulsivo e interrompe os demais para falar;


22 - Não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;


23 - É muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;


24 - Tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;


25 - Embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;


26 - Confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;


27 - É comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;


28 - Dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;


29 - Dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;


30 - Depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;


31 - Sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;


32 - É capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;


33 - Embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;


34 - Tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;


35 - Boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;


36 - Pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;


37 - Pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;


38 - É extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;


39 - Não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;


40 - Pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;


41 - Frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;


42 - Tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;


43 - Tolerância muito alta ou muito baixa à dor;


44 - Forte senso de justiça;


45 - Muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;


46 - Dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;


47 - Manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;


48 - Com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;


49 - Sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;


50 - Cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.

Bem, sem comentários, o que grifei de vermelho são os sintomas que meus filhos apresentam. Então, percebendo a dimensão da situação, estou correndo atrás de laudos e condições que possibilitem o processo de ensino-aprendizagem deles.

Dessa forma, alguns autores já discutem o assunto, veja:

“Os casos de dislexia fonológica do desenvolvimento mostram que, apesar da boa audição e de boa articulação da fala, pode haver problemas de discriminação e consciência fonêmicas que prejudicam severamente a aquisição de leitura e escrita alfabéticas competentes (Macedo,2006,p.48)".


Nada, fácil de se fazer. Sou educadora da rede municipal em minha cidade, e por cobrar da instituição um atendimento diferenciado, estou sofrendo com a pressão. Não sou de desistir e jamais aconselharia a alguém a fazer isso.
Portanto, decidi intervir pedagogicamente em casa. Nada, muito aconselhável, mas algo que já percebi grandes evoluções.
Meu, pequeno tem seis anos, está na educação infantil, no primeiro semestre questionei sua professora várias vezes, até ouvir: "então, tá... como você também é professora, manda as atividades que quer que eu trabalhe com seu filho".
Um absurdo, espereir fechar o semestre e mudei ele de escola, péssimo negócio. A situação priorou. Vendo que não tinha mais jeito, comecei a promover situações pedagógicas em casa, e estamos evoluindo... Vejam:

  • Iniciei a interferência com nome dele - percebi que não reconheci as letras de seu nome, então pesquisei em livros atividades com o nome e montei algumas em um cadermo para trabalhar com ele. Também fiz o crachá e colei sua foto, fundamental para esse processo. A primeira atividade, colei em alto relevo letras de E.V.A  para formar o nome e sua foto, depois pedi para que ele passasse o dedo por cima de cada letra, que fui falando o nome de cada uma. O passo seguinte foi identifcar essas letras em um alfabeto móvel e colar, em seguinda em uma revista, recortar e colar em baixo, e  em sequência e por fim, copiar.






  • Na atividade seguinte, procurei traçar o movimento de cada letra, escrevi a letra no tamanho grande passei cola colorida e pedi para que ele passasse o dedo por cima, sentindo o movimento da letra, e em seguinda fiz o mesmo processo no chão com fita crepe e pedi para que andasse em cima da letra. Depois, recortamos de revistas a letra trabalhada e figuras cujos nomes iniciam com essa letra. Confira o resultado:






  • Assim, fiz com as demais letras do seu nome, como podemos conferir:








  • A próxima atividade trabalhei a associação das letras do seu nome com as figuras representativas.





  • Em seguida, usando sua foto e a grafia do seu nome, pedi que reproduzisse o traçado do nome.





  • Atividade simples como circular as letras do nome no alfabeto servem de fixação para memorização visual das letras.





  •  A atividade que será promovida a seguir:






Além de trabalhar o nome de cada letra trabalhei o som, usando o método das boquinhas de JARDINI, muito interessante. Confeccionei aventais e para cada letra selecionei objetos cujos nomes iniciam com a letra selecionada. Estou usando a letra da música do Seu Serafim, para memorizar o som e nome de cada letra, veja: "Olhe bem Seu Serafim o nome dessa letrinha é assim...G", ou "Olhe bem Seu Serafim o som dessa letrinha é assim....".
O que pude perceber em duas semanas que ele já memorizou as letras G, U, S, A, O, tem dificuldade no T e V. Mas, já progrediu muito, o que não aprendeu o ano inteiro consegui em duas semanas.
Como ele tem dificuldade na coordenação motora fina, estou traçando no chão zig-zag, ondinhas, vai-e-vem, e outros traços para andar em cima, pois assim, seu cérebro trabalha o processo de identificação psicomotor do traçado e reprozimos em atividades no caderno. Também, deixo ele desenhar a vontade, e brincar de massinha, muito importante.
O que mais me surpreendeu em minhas pesquisas foi constatar que diferente da maioria das crianças os diléxicos possuem o QI na média ou acima da média superior, então, sua dificuldade não tem nada haver com falta de inteligência.
Alcarás (2008, p. 8), coloca que pesquisas realizadas em vários países mostram que de 10% à 15% da população mundial é dislécia. E acrescenta, que ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.
Portanto, posso afirmar que existem muitos disléxicos por aí sendo rótulados, classificados e discriminados pela falta de adequação curricular e qualificação dos profissionais da educação na área das dificuldades de aprendizagem e inclusão, uma realidade que pode e deve ser mudada. Como educadora de excelência estou plantando minha semente. E você? Vai ficar culpando seus educandos pelo seu fracasso?

REFERÊNCIAS

ALCARÁS, D. J. Práticas facilitadoras no processo do ensino da seunga língua para disléxicos. São Paulo, 2008.

FRANK, Robert. A vida secreta da criança com dislexia. Trad. Tatiana Kassner. São Paulo: MBooks do Brasil Editora Ltda, 2003. ISBN 85-89384-12-8

BADDELEY, A.D.; LOGGIE,R.M “Auditory imagery and working memory.” In:

REISBERG, D. (ed.) Auditory imagery. In: MACEDO, E.C.(Org) Temas em Neuropsicolinguistica. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd,2006, 39-58.

SEVERINO,A.J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo. Cortez, 2002. ISBN 85-249-0050-4.

GUIMARÃES, L.M. Dislexia. http://www.qualidadevida.psc.br/doc/dislexia.pdf) . Acesso em 30 abr 2008.

http://www.datasus.gov.br/cid10/webhelp/cid10.htm. Acesso em 31 maio 2008.

BRUXELAS E BRUXARIAS


Quando uma aula é preparada com amor, não tem como dar errado...
O educador precisa reconhecer a importância do planejamento, e principlmente saber identificar os problemas que cada turma apresenta, para saber como proceder.


Trabalhar com o concreto facilita o processo de construção da leitura e da escrita.


Fica mais fácil ainda se usarmos da criatividade...
O Ensino Público já é taxado, salas cheias, mas se o educador for de excelência tudo fica mais fácil!


Cada um usa e abusa das ferramentas que tem.
Essas são as minhas... E quais são as suas?